Linha anti-corrupção
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O espírito de grupo e a ética da Continental (p. ex.: integridade, honestidade e conformidade com a lei) estão documentados no Código de Conduta, nos BASICS e nas Linhas Orientadoras de Gestão do Grupo. Estes valores são a base da nossa cultura organizacional. A organização e os seus stakeholders – colaboradores, clientes, accionistas, parceiros estratégicos e fornecedores – são prejudicados por actividades não-éticas, ilegais e irresponsáveis. Neste sentido, a sua ajuda é imprescindível para combater e prevenir práticas ilegais e duvidosas. A criação de uma linha directa tem como finalidade resolver estas situações. Qual a importância de uma linha anti-corrupção? No passado, recebemos vários contactos anónimos relacionados com alegados actos de corrupção e fraude dentro da organização. Uma linha directa oferece uma oportunidade para, de forma voluntária e anónima, fornecer informações sobre fraudes e comportamentos não-éticos. Quem deve utilizar a linha anti-corrupção? Todos os stakeholders que tenham conhecimento de actividades ilegais e negócios duvidosos que envolvam a Continental e os seus Colaboradores. Ignorar ou desvalorizar esta situação, aumenta as suas consequências e a frustação. O autor da denúncia não será prejudicado pelo seu comportamento correcto e honesto. Que informações devem ser comunicadas através da linha anti-corrupção? A linha anti-corrupção deve ser utilizada para comunicar as seguintes suspeitas de actividades criminosas:
O que acontece após a denúncia? Todos os contactos serão directamente encaminhados para o Departamento de Auditoria do Grupo e serão prontamente tratados. Poderá ajudar-nos se, voluntariamente, fornecer informações de contacto (número telefone, e-mail...) para podermos contactá-lo para obter mais informações, se necessário. Todas as informações serão consideradas e tratadas de forma confidencial, de acordo com a lei. |