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A Continental confirma a perspectiva e vislumbra uma situação de ordem sólida e robusta

03/11/2011

  • Fornecedor automotivo aumenta faturamento após nove meses para cerca de 22,6 bilhões de euros
  • Resultado operacional ajustado (EBIT) de cerca de 2,2 bilhões de euros / margem de 9,9 % 
  • Resultado líquido em relação ao período do ano anterior para 894 milhões de euros, mais que o dobro
  • O encargo dos custos de matéria-prima no grupo irá aumentar em mais de 950 milhões de euros

Hannover, 3 de novembro de 2011. O fornecedor automotivo internacional Continental se situa na taxa alvo e confirma sua perspectiva para o ano fiscal atual. "Partimos de modo estável de um faturamento de pelo menos 29,5 bilhões de euros. Além disto, vislumbramos uma margem EBIT ajustada de cerca de 10% para todo o ano de 2011 ainda como atingível, se bem que este alvo deva ser designado como exigido com base nos encargos pertinentes mais altos que os esperados novamente por nós quanto aos custos de matéria-prima", disse o presidente da Continental, Dr. Elmar Degenhart na quinta-feira. „Contamos que os efeitos positivos venham a compensar aproximadamente os efeitos negativos, em especial referentes ao aumento dos custos de matéria-prima, sobretudo através do ótimo grau de aproveitamento de nossas capacidades. Além disto, vislumbramos atualmente uma situação de ordem sólida e robusta.“

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Degenhart esclarece que o Grupo Rubber, no ano fiscal em curso, ao invés dos 850 milhões de euros até aqui, teve que absorver agora um encargo de custos de matéria-prima superior a 900 milhões de euros, já que o aumento de preços para a borracha sintética, em especial, influenciou o resultado operacional anterior, assumido como último. "Além disto, no grupo automotivo, um encargo adicional de no máximo 50 milhões de euros é resultante para as assim chamadas Terras Raras através do aumento de preços ultimamente volátil no quarto trimestre. Assim, por exemplo, os preços do disprósio aumentaram quase vinte vezes no decorrer de 2011 em comparação com o nível baixo no ano de 2010, disse Degenhart. O disprósio é utilizado, entre outras finalidades, para a fabricação de imãs para motores elétricos.

O Grupo Continental aumentou seu faturamento nos primeiros nove meses de 2011 em comparação ao período do ano anterior em torno de 18 % para 22,6 bilhões de euros. O fornecedor automotivo alcançou igualmente um resultado operacional (EBIT) de 1,9 bilhões de euros. Isto significa cerca de 540 milhões de euros ou quase 40 % mais que no período do ano anterior. A margem EBIT importa em 8,5 % contra os 7,2 % no ano anterior.

O resultado operacional ajustado (EBIT ajustado) para amortizações em função de aquisições, bem como efeitos especiais, cresceu em torno de 433 milhões de euros ou quase um quarto em 2,2 bilhões de euros. Isto corresponde a uma margem EBIT ajustada de 9,9 % contra 9,4 % no ano anterior. O resultado do grupo atribuído aos acionistas cresceu nos primeiros nove meses deste ano em cerca de 531 milhões de euros ou pouco mais que o dobro para 894 milhões de euros. Com isto, o resultado por ação aumentou em 4,47 euros contra 1,82 euros no período do ano anterior. A Continental tinha, no final de setembro, um total de 164 078 funcionários. Isto corresponde em torno de 18 000 funcionários mais que no mesmo período no ano anterior.

O diretor financeiro Wolfgang Schäfer informou que a  Continental alcançou, após os primeiros três trimestres de 2011, um fluxo de caixa livre de menos 54 milhões de euros. Isto significa uma melhoria de quase 116 milhões de euros com relação ao mesmo período do ano anterior. "Confirmamos nosso objetivo de gerar um fluxo de caixa livre de mais de 500 milhões de euros e reduzir nossas dívidas financeiras líquidas até o fim do ano nitidamente abaixo de 7 bilhões de euros", declarou Schäfer. No fim do terceiro trimestre, as dívidas financeiras líquidas foram calculadas em quase 7,3 bilhões de euros, o que correspondia a quase 800 milhões de euros a menos que no fim de setembro de 2010. O índice de endividamento importa em 103,3 % contra 137,9 % no fim de setembro de 2010. A economia para liquidação de dívidas do grupo importou, em 30 de setembro de 2011, em quase 3,9 bilhões de euros. "Com isto, temos disponibilidade de cerca de 1,5 bilhões de euros, quase 500 milhões de euros mais em recursos líquidos do que até a data de referência do ano anterior", explicou Schäfer. As linhas de crédito não utilizadas e acordadas importaram em cerca de 2,3 bilhões de euros e com isto se situaram praticamente no mesmo nível que no fim de setembro de 2010.

"Grupos automotivos como o Grupo Rubber contribuem para que sigamos em um bom caminho, a fim de alcançarmos no verão os elevados objetivos anuais. No grupo automotivo, após os três trimestres, alcançámos um volume de faturamento em torno de 13,7 bilhões de euros. Assim, após nove meses, crescemos 15 %, ajustados ao escopo de consolidação, muito acima do registrado nos nossos mercados mais importantes", disse Degenhart. "Após nove meses, registrámos um EBIT ajustado de cerca de 1,1 bilhões de euros. A margem EBIT ajustada importa em 8,1 % contra 6,5 % no período do ano anterior." 

O Grupo Rubber  melhorou seu faturamento nos primeiros nove meses de 2011 em relação ao período do ano anterior em cerca de 1,5 bilhões de euros para cerca de 8,9 bilhões de euros. Apesar de um encargo de custos de matéria prima no patamar dos 765 milhões de euros nos primeiros três trimestres, o EBIT ajustado aumentou em torno de 113 milhões de euros para quase 1,2 bilhões de euros. A margem EBIT ajustada se situou em 13,5 % contra 14,7 % no período do ano anterior.

O Grupo Continental investiu nos primeiros três trimestres de 2011 ao redor de um bilhão de euros contra 782 bilhões de euros no período do ano anterior. Para Pesquisa e Desenvolvimento foram gastos 1,2 bilhões de euros, 82 bilhões de euros mais que nos primeiros nove meses de 2010. "Nossos sucessos neste ano provam que nossa decisão foi correta, assim como o interesse dos clientes em nossos novos produtos mostrados na mais recente IAA, a fim de despender mais de 1,3 bilhões de euros para pesquisa e desenvolvimento (P&D), mesmo no ano de crise de 2009. Nossa cota de P&D medida no faturamento se aproxima agora novamente do nível normal de 5,4 % contra 6 % do ano anterior e 6,7 % de 2009", disse Degenhart.

Dr. Felix Gress
Diretor de comunicação empresarial
Continental AG
Vahrenwalder Straße 9
30165 Hannover
Telefone: 0049 511 938-1485
Fax: 0049 511 938-1055
e-mail: prkonzern@conti.de


Hannes Boekhoff
Diretor de mídia
Continental AG
Vahrenwalder Straße 9
30165 Hannover
Telefone: 0049 511 938-1278
Fax: 0049 511 938-1016
e-mail: corporate-media-relations@conti.de


Comunicado de Imprensa